Tratamentos Alternativos sem sangue Testemunhas Jeová Testigos Jehova

7 01 2008





Vídeo – Tratamentos Alternativos à Transfusão de Sangue

1 01 2008

Tratamentos Alternativos à Transfusão de Sangue

Dra Raquel de Souza
por: DIREITOSHUMANOS





Pacientes que recebem transfusão têm mais chance de sofrer derrame cerebral – O Globo Online

15 11 2007

Pacientes que recebem transfusão têm mais chance de sofrer derrame cerebral – O Globo Online
Pacientes que recebem transfusão têm mais chance de sofrer derrame cerebral

Plantão | Publicada em 09/10/2007 às 11h24m
EFE

WASHINGTON – As transfusões de sangue poderiam ser prejudiciais para muitos pacientes, porque o sangue doado perde um gás que permite a transferência de oxigênio aos tecidos, segundo dois estudos divulgados esta semana.

- Milhões de pacientes recebem transfusões com sangue cuja capacidade de levar oxigênio está comprometida – assinalaram os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, que publicaram os estudos na revista “Proceedings of the Natural Academy of Sciences”. – O sangue pode salvar uma vida, mas não ajuda da forma como esperávamos e em muitos casos pode ser prejudicial – disse Jonathan Stamler, o pesquisador-chefe de um dos estudos.

A chave está no óxido nítrico, um componente do sangue, o qual dilata os vasos sanguíneos abertos e assim permite a transferência de oxigênio dos glóbulos vermelhos aos tecidos.

Os estudos demonstram que este gás começa a se descompor quase que imediatamente depois que o sangue sai do corpo do doador.

- Surpreendeu-nos a velocidade com que o sangue muda. Vimos sinais claros do diminuição do óxido nítrico nas primeiras três horas – afirmou Timothy McMahon, que dirigiu um estudo que analisou durante intervalos regulares a composição química do sangue doado.

Sem óxido nítrico, os vasos capilares não se dilatam, os glóbulos vermelhos se acumulam nas artérias e os tecidos não recebem oxigênio, segundo Stamler, cujo estudo descreve pela primeira vez a função desse gás.

- O resultado pode ser um ataque do coração e inclusive a morte – alertou o médico.

Nos últimos cinco anos, numerosos estudos demonstraram que as pessoas que recebem transfusões sangüíneas têm mais probabilidade de sofrer um derrame cerebral e um ataque cardíaco, e de morrer.

Além de abrir os vasos, o óxido nítrico dá flexibilidade aos glóbulos vermelhos. À medida que seu nível cai, essas células endurecem, o que torna mais difícil que se deformem para passar pelos minúsculos vasos capilares, segundo os especialistas de Duke.

Em um experimento para tentar reverter o problema, Stamler e sua equipe acrescentaram óxido nítrico ao sangue injetado em cachorros, o que aumentou o fluxo sanguíneo que chegava ao coração dos animais.

- Isto mostra que acrescentar óxido nítrico ao sangue humano poderia em teoria melhorar sua capacidade de dilatar os vasos sanguíneos e com isso prevenir os ataques do coração e inclusive a morte – declarou Stamler.

Em todo caso, os cientistas recomendaram que testes clínicos sejam realizados em grande escala com seres humanos para prová-lo.

- Não há dúvida de que as transfusões de sangue podem ser prejudiciais – disse Stamler. – Há dúvidas sobre a gravidade do problema – acrescentou.

Nos Estados Unidos, 4,8 milhões de pessoas requerem transfusões a cada ano, as quais recebem 14 milhões de unidades de glóbulos vermelhos. O sangue doado é guardado por um período máximo de 42 dias, após o qual é destruído.





Carta do leitor: Uma crítica construtiva

15 11 2007

12/11/2007 10:14
Por: Sergio Venturelli
Carta do leitor: Uma crítica construtiva

Caros Senhores (as) Bom dia, Estava lendo a manchete: “Mulher morre no parto após recusar transfusão” e sobre ela tenho uma critica construtiva. Bem, de fato não entendi o tema, achei um tanto subtendido. Tentarei explicar!

A Mulher morreu por recusa a uma transfusão sangüínea, por problemas fatais de saúde ou por falta de tratamento alternativo de saúde? Digo isso porque pense comigo: se morreu por recusar uma transfusão sanguínea será o primeiro ser humano que morre por isso, tendo em vista que ninguém morre por recusar uma transfusão, e sim por algum dano físico fatal que levou a tal suposta necessidade de tranfusão.

Então se morreu por falta de saúde física, morreu por falta de saúde física e não por recusar uma transfusão sanguínea. Sendo assim o tema por si só, já é contraditório. Mas, continuo, se então morreu, morreu por danos críticos a sua integridade física, e, se morreu num hospital, morreu por falta de tratamento médico alternativo (ou cirugia sem sangue) amplamente conhecida e eficaz. Caros senhores, não acham que já está mais do que na hora de abolirmos esse tipo de raciocínio retrógrado, arcaico e sem base?

Ninguém morre por falta por recusar transfusão sangüinea. Morre por falta de saúde física, morre por falta de tratamento alternativo (disponível em quase todos hospitais do mundo), morre por falta de atualização dos médicos que recusam aceitar que esse tipo de cirurgia (sem sangue) é mais seguro e prático, e morre por doenças transmitidas via transfusão como Aids e hepatite!

Aquela mulher de convicção e fé inabalável fez uso de um direito internacional do paciente: Escolher que tipo de tratamento quer ser submetido! Ela optou por cirurgia sem o uso de sangue. Pena que o Hospital e a equipe médica violou esse direito!

Diante disso, reafirmo o que disse no início: seu tema para esta manchete é funesto. Deveria ser modificado. Que tal: “Mulher morre no parto após falta de tratamento alternativo”.





Consultor Jurídico – Culpa detectada Hospital deve indenizar paciente que contraiu Aids

15 11 2007

Consultor Jurídico
Culpa detectada
Hospital deve indenizar paciente que contraiu Aids
O Hospital das Clínicas de Porto Alegre está obrigado a pagar cinco salários mínimos por mês para uma paciente contaminada pelo vírus da Aids (HIV) durante uma transfusão de sangue. A decisão da Justiça Federal de Porto Alegre foi confirmada pela 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Cabe recurso.

A paciente sofre desde os três anos de uma doença rara chamada Von Willebrand, moléstia hemorrágica hereditária causada por uma diminuição ou disfunção da proteína “fator de von Willebrand”. O tratamento exige constantes e periódicas transfusões de sangue. Em uma dessas sessões, ela acabou sendo contaminada pelo vírus HIV.

O Hospital das Clínicas alegou que a primeira constatação da existência do vírus ocorreu 1995, três meses após o início do tratamento no local. Tendo em vista o lapso de tempo ocorrido entre a contaminação e a sua descoberta em exames –—a chamada “janela imunológica” —, seria possível concluir que o contágio não teria ocorrido nas dependências da instituição, mas em uma transfusão de sangue realizada anteriormente em outro hospital. O argumento não foi aceito.

A Justiça Federal de Porto Alegre determinou o pagamento de danos morais à paciente até que ela complete 65 anos. O hospital recorreu ao TRF. O relator do processo, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, entendeu que a sentença “estipulou o valor da indenização em quantia compatível com o dano sofrido pela parte autora”.

O desembargador destacou, em seu voto, trechos do parecer do Ministério Público Federal, segundo o qual desde que a paciente entrou no HCPA, em 1995, até junho de 2000, nenhum prontuário apontou a existência do vírus. Para a Procuradoria da República, “não é verossímil que a paciente fosse portadora do HIV desde 1995 e que tal fato, tão relevante para a definição do tratamento médico, não estivesse registrado em nenhum prontuário”.

Revista Consultor Jurídico, 13 de novembro de 2007





Jornal da Manhã

13 11 2007

Jornal da Manhã
08/11/2007
SUS não segue recomendação do MS

A recomendação para que os hemocentros utilizem o novo teste NAT para detecção de vírus como HIV e hepatite, em substituição ao Elisa, não vem sendo seguida pelo SUS, que reluta em adotar o moderno teste, que aumenta a segurança nas transfusões. O NAT reduz a chamada janela imunológica, período em que o vírus pode ser transmitido sem ser detectado pelo teste convencional.

Segundo Dante Langhi, diretor da Sociedade Brasileira de Hemoterapia e Hematologia – SBHH, há avanços para reduzir os riscos. Segundo a revista americana Transfusion, especializada no segmento, o risco de contaminação durante uma transfusão de sangue no Brasil é 10 vezes maior do que a realizado na Europa e nos Estados Unidos.

HIV. De acordo com dados do Boletim Epidemiológico Aids e DST do Ministério da Saúde, os novos casos de Aids em indivíduos com 13 anos ou mais, em 2006, causados por transfusão sangüínea chegam a 14, sendo 8 homens e 6 mulheres.

Congresso. Este e outros assuntos polêmicos são temas do Hemo 2007 – Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia, que começou ontem e termina no sábado, 10, em São Paulo.





YouTube – Testemunhas de Jeová Jehovah’s Witnesses

11 10 2007

YouTube – Testemunhas de Jeová Jehovah’s Witnesses








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