Tratamentos Alternativos sem sangue Testemunhas Jeová Testigos Jehova

7 01 2008





Vídeo – Tratamentos Alternativos à Transfusão de Sangue

1 01 2008

Tratamentos Alternativos à Transfusão de Sangue

Dra Raquel de Souza
por: DIREITOSHUMANOS





Pacientes que recebem transfusão têm mais chance de sofrer derrame cerebral – O Globo Online

15 11 2007

Pacientes que recebem transfusão têm mais chance de sofrer derrame cerebral – O Globo Online
Pacientes que recebem transfusão têm mais chance de sofrer derrame cerebral

Plantão | Publicada em 09/10/2007 às 11h24m
EFE

WASHINGTON – As transfusões de sangue poderiam ser prejudiciais para muitos pacientes, porque o sangue doado perde um gás que permite a transferência de oxigênio aos tecidos, segundo dois estudos divulgados esta semana.

- Milhões de pacientes recebem transfusões com sangue cuja capacidade de levar oxigênio está comprometida – assinalaram os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, que publicaram os estudos na revista “Proceedings of the Natural Academy of Sciences”. – O sangue pode salvar uma vida, mas não ajuda da forma como esperávamos e em muitos casos pode ser prejudicial – disse Jonathan Stamler, o pesquisador-chefe de um dos estudos.

A chave está no óxido nítrico, um componente do sangue, o qual dilata os vasos sanguíneos abertos e assim permite a transferência de oxigênio dos glóbulos vermelhos aos tecidos.

Os estudos demonstram que este gás começa a se descompor quase que imediatamente depois que o sangue sai do corpo do doador.

- Surpreendeu-nos a velocidade com que o sangue muda. Vimos sinais claros do diminuição do óxido nítrico nas primeiras três horas – afirmou Timothy McMahon, que dirigiu um estudo que analisou durante intervalos regulares a composição química do sangue doado.

Sem óxido nítrico, os vasos capilares não se dilatam, os glóbulos vermelhos se acumulam nas artérias e os tecidos não recebem oxigênio, segundo Stamler, cujo estudo descreve pela primeira vez a função desse gás.

- O resultado pode ser um ataque do coração e inclusive a morte – alertou o médico.

Nos últimos cinco anos, numerosos estudos demonstraram que as pessoas que recebem transfusões sangüíneas têm mais probabilidade de sofrer um derrame cerebral e um ataque cardíaco, e de morrer.

Além de abrir os vasos, o óxido nítrico dá flexibilidade aos glóbulos vermelhos. À medida que seu nível cai, essas células endurecem, o que torna mais difícil que se deformem para passar pelos minúsculos vasos capilares, segundo os especialistas de Duke.

Em um experimento para tentar reverter o problema, Stamler e sua equipe acrescentaram óxido nítrico ao sangue injetado em cachorros, o que aumentou o fluxo sanguíneo que chegava ao coração dos animais.

- Isto mostra que acrescentar óxido nítrico ao sangue humano poderia em teoria melhorar sua capacidade de dilatar os vasos sanguíneos e com isso prevenir os ataques do coração e inclusive a morte – declarou Stamler.

Em todo caso, os cientistas recomendaram que testes clínicos sejam realizados em grande escala com seres humanos para prová-lo.

- Não há dúvida de que as transfusões de sangue podem ser prejudiciais – disse Stamler. – Há dúvidas sobre a gravidade do problema – acrescentou.

Nos Estados Unidos, 4,8 milhões de pessoas requerem transfusões a cada ano, as quais recebem 14 milhões de unidades de glóbulos vermelhos. O sangue doado é guardado por um período máximo de 42 dias, após o qual é destruído.





Carta do leitor: Uma crítica construtiva

15 11 2007

12/11/2007 10:14
Por: Sergio Venturelli
Carta do leitor: Uma crítica construtiva

Caros Senhores (as) Bom dia, Estava lendo a manchete: “Mulher morre no parto após recusar transfusão” e sobre ela tenho uma critica construtiva. Bem, de fato não entendi o tema, achei um tanto subtendido. Tentarei explicar!

A Mulher morreu por recusa a uma transfusão sangüínea, por problemas fatais de saúde ou por falta de tratamento alternativo de saúde? Digo isso porque pense comigo: se morreu por recusar uma transfusão sanguínea será o primeiro ser humano que morre por isso, tendo em vista que ninguém morre por recusar uma transfusão, e sim por algum dano físico fatal que levou a tal suposta necessidade de tranfusão.

Então se morreu por falta de saúde física, morreu por falta de saúde física e não por recusar uma transfusão sanguínea. Sendo assim o tema por si só, já é contraditório. Mas, continuo, se então morreu, morreu por danos críticos a sua integridade física, e, se morreu num hospital, morreu por falta de tratamento médico alternativo (ou cirugia sem sangue) amplamente conhecida e eficaz. Caros senhores, não acham que já está mais do que na hora de abolirmos esse tipo de raciocínio retrógrado, arcaico e sem base?

Ninguém morre por falta por recusar transfusão sangüinea. Morre por falta de saúde física, morre por falta de tratamento alternativo (disponível em quase todos hospitais do mundo), morre por falta de atualização dos médicos que recusam aceitar que esse tipo de cirurgia (sem sangue) é mais seguro e prático, e morre por doenças transmitidas via transfusão como Aids e hepatite!

Aquela mulher de convicção e fé inabalável fez uso de um direito internacional do paciente: Escolher que tipo de tratamento quer ser submetido! Ela optou por cirurgia sem o uso de sangue. Pena que o Hospital e a equipe médica violou esse direito!

Diante disso, reafirmo o que disse no início: seu tema para esta manchete é funesto. Deveria ser modificado. Que tal: “Mulher morre no parto após falta de tratamento alternativo”.





Consultor Jurídico – Culpa detectada Hospital deve indenizar paciente que contraiu Aids

15 11 2007

Consultor Jurídico
Culpa detectada
Hospital deve indenizar paciente que contraiu Aids
O Hospital das Clínicas de Porto Alegre está obrigado a pagar cinco salários mínimos por mês para uma paciente contaminada pelo vírus da Aids (HIV) durante uma transfusão de sangue. A decisão da Justiça Federal de Porto Alegre foi confirmada pela 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Cabe recurso.

A paciente sofre desde os três anos de uma doença rara chamada Von Willebrand, moléstia hemorrágica hereditária causada por uma diminuição ou disfunção da proteína “fator de von Willebrand”. O tratamento exige constantes e periódicas transfusões de sangue. Em uma dessas sessões, ela acabou sendo contaminada pelo vírus HIV.

O Hospital das Clínicas alegou que a primeira constatação da existência do vírus ocorreu 1995, três meses após o início do tratamento no local. Tendo em vista o lapso de tempo ocorrido entre a contaminação e a sua descoberta em exames –—a chamada “janela imunológica” —, seria possível concluir que o contágio não teria ocorrido nas dependências da instituição, mas em uma transfusão de sangue realizada anteriormente em outro hospital. O argumento não foi aceito.

A Justiça Federal de Porto Alegre determinou o pagamento de danos morais à paciente até que ela complete 65 anos. O hospital recorreu ao TRF. O relator do processo, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, entendeu que a sentença “estipulou o valor da indenização em quantia compatível com o dano sofrido pela parte autora”.

O desembargador destacou, em seu voto, trechos do parecer do Ministério Público Federal, segundo o qual desde que a paciente entrou no HCPA, em 1995, até junho de 2000, nenhum prontuário apontou a existência do vírus. Para a Procuradoria da República, “não é verossímil que a paciente fosse portadora do HIV desde 1995 e que tal fato, tão relevante para a definição do tratamento médico, não estivesse registrado em nenhum prontuário”.

Revista Consultor Jurídico, 13 de novembro de 2007





Jornal da Manhã

13 11 2007

Jornal da Manhã
08/11/2007
SUS não segue recomendação do MS

A recomendação para que os hemocentros utilizem o novo teste NAT para detecção de vírus como HIV e hepatite, em substituição ao Elisa, não vem sendo seguida pelo SUS, que reluta em adotar o moderno teste, que aumenta a segurança nas transfusões. O NAT reduz a chamada janela imunológica, período em que o vírus pode ser transmitido sem ser detectado pelo teste convencional.

Segundo Dante Langhi, diretor da Sociedade Brasileira de Hemoterapia e Hematologia – SBHH, há avanços para reduzir os riscos. Segundo a revista americana Transfusion, especializada no segmento, o risco de contaminação durante uma transfusão de sangue no Brasil é 10 vezes maior do que a realizado na Europa e nos Estados Unidos.

HIV. De acordo com dados do Boletim Epidemiológico Aids e DST do Ministério da Saúde, os novos casos de Aids em indivíduos com 13 anos ou mais, em 2006, causados por transfusão sangüínea chegam a 14, sendo 8 homens e 6 mulheres.

Congresso. Este e outros assuntos polêmicos são temas do Hemo 2007 – Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia, que começou ontem e termina no sábado, 10, em São Paulo.





YouTube – Testemunhas de Jeová Jehovah’s Witnesses

11 10 2007

YouTube – Testemunhas de Jeová Jehovah’s Witnesses





Estadao.com.br :: Vida & :: Transfusão sanguínea pode ser prejudicial, dizem cientistas

10 10 2007

Estadao.com.br :: Vida & :: Transfusão sanguínea pode ser prejudicial, dizem cientistas

WASHINGTON – Estudos divulgados nesta terça-feira afirmam que as transfusões de sangue poderiam ser prejudiciais, porque o sangue doado perde um gás que permite a transferência de oxigênio aos tecidos. “Milhões de pacientes recebem transfusões com sangue cuja capacidade de levar oxigênio está comprometida”, assinalaram os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, que publicaram os estudos na revista “Proceedings of the Natural Academy of Sciences”.

“O sangue pode salvar uma vida, mas não ajuda da forma como esperávamos e em muitos casos pode ser prejudicial”, disse Jonathan Stamler, o pesquisador-chefe de um dos estudos.

A chave está no óxido nítrico, um componente do sangue, o qual dilata os vasos sanguíneos abertos e assim permite a transferência de oxigênio dos glóbulos vermelhos aos tecidos. Os estudos demonstram que este gás começa a se descompor quase que imediatamente depois que o sangue sai do corpo do doador.

“Surpreendeu-nos a velocidade com que o sangue muda. Vimos sinais claros do diminuição do óxido nítrico nas primeiras três horas”, afirmou Timothy McMahon, que dirigiu um estudo que analisou durante intervalos regulares a composição química do sangue doado.

Sem óxido nítrico, os vasos capilares não se dilatam, os glóbulos vermelhos se acumulam nas artérias e os tecidos não recebem oxigênio, segundo Stamler, cujo estudo descreve pela primeira vez a função desse gás. “O resultado pode ser um ataque do coração e inclusive a morte”, alertou o médico. Nos últimos cinco anos, vários estudos demonstraram que as pessoas que recebem transfusões sanguíneas têm mais probabilidade de sofrer um derrame cerebral, um ataque cardíaco e até mesmo morrer.

Além de abrir os vasos, o óxido nítrico dá flexibilidade aos glóbulos vermelhos. À medida que seu nível cai, essas células endurecem, o que torna mais difícil que se deformem para passar pelos minúsculos vasos capilares, segundo os especialistas de Duke.

Em um experimento para tentar reverter o problema, Stamler e sua equipe acrescentaram óxido nítrico ao sangue injetado em cachorros, o que aumentou o fluxo sanguíneo que chegava ao coração dos animais. “Isto mostra que acrescentar óxido nítrico ao sangue humano poderia em teoria melhorar sua capacidade de dilatar os vasos sanguíneos e com isso prevenir os ataques do coração e inclusive a morte”, declarou Stamler.

Em todo caso, os cientistas recomendaram que testes clínicos sejam realizados em grande escala com seres humanos para prová-lo. “Não há dúvida de que as transfusões de sangue podem ser prejudiciais”, disse Stamler. “Há dúvidas sobre a gravidade do problema”, acrescentou. Nos Estados Unidos, 4,8 milhões de pessoas precisam de transfusões a cada ano, as quais recebem 14 milhões de unidades de glóbulos vermelhos. O sangue doado é guardado por um período máximo de 42 dias, após o qual é destruído.

Transfusão sanguínea pode ser prejudicial

Ter 09/10/07 09h55 Luz , edmilsonluz@estadao.com.br

Parabéns pela excelente reportagem. De fato, os estudos demonstram que o sangue estocado perde sua elasticidade e capacidade de deformidade, obstruindo o fluxo capilar. Também, há baixos níveis de 2,3DPG, com consequente baixa na entrega de oxigênio da hemácia para os tecidos. Assim, sempre que possível, é melhor tentar fazer com que o paciente melhores seus mecanismos internos de compensação à anemia. Uma forma em que isso pode ser feito é por meio do hormônio eritropoetina, que estimula o corpo a produzir seus próprios glóbulos vermelhos, evitando, assim, as necessidades transfusionais. Mais uma vez, parabéns ao jornal.

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G1 > Ciência e Saúde – NOTÍCIAS – Transfusão de sangue pode ser prejudicial, dizem cientistas

9 10 2007

G1 > Ciência e Saúde – NOTÍCIAS – Transfusão de sangue pode ser prejudicial, dizem cientistas
Sangue doado perde gás que transfere oxigênio aos tecidos.
Incidência de ataque cardíaco e derrame é maior naqueles que receberam transfusão

As transfusões de sangue poderiam ser prejudiciais para muitos pacientes, porque o sangue doado perde um gás que permite a transferência de oxigênio aos tecidos, segundo dois estudos divulgados nesta segunda-feira (8).

“Milhões de pacientes recebem transfusões com sangue cuja capacidade de levar oxigênio está comprometida”, assinalaram os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, que publicaram os estudos na revista “Proceedings of the Natural Academy of Sciences”.

“O sangue pode salvar uma vida, mas não ajuda da forma como esperávamos e em muitos casos pode ser prejudicial”, disse Jonathan Stamler, o pesquisador-chefe de um dos estudos.

Óxido nítrico

A chave está no óxido nítrico, um componente do sangue, o qual dilata os vasos sanguíneos abertos e assim permite a transferência de oxigênio dos glóbulos vermelhos aos tecidos.

Os estudos demonstram que este gás começa a se descompor quase que imediatamente depois que o sangue sai do corpo do doador.

“Surpreendeu-nos a velocidade com que o sangue muda. Vimos sinais claros do diminuição do óxido nítrico nas primeiras três horas”, afirmou Timothy McMahon, que dirigiu um estudo que analisou durante intervalos regulares a composição química do sangue doado.

Sem óxido nítrico, os vasos capilares não se dilatam, os glóbulos vermelhos se acumulam nas artérias e os tecidos não recebem oxigênio, segundo Stamler, cujo estudo descreve pela primeira vez a função desse gás.

“O resultado pode ser um ataque do coração e inclusive a morte”, alertou o médico.

Derrame cerebral e ataque cardíaco

Nos últimos cinco anos, numerosos estudos demonstraram que as pessoas que recebem transfusões sangüíneas têm mais probabilidade de sofrer um derrame cerebral e um ataque cardíaco, e de morrer.

Além de abrir os vasos, o óxido nítrico dá flexibilidade aos glóbulos vermelhos. À medida que seu nível cai, essas células endurecem, o que torna mais difícil que se deformem para passar pelos minúsculos vasos capilares, segundo os especialistas de Duke.

Em um experimento para tentar reverter o problema, Stamler e sua equipe acrescentaram óxido nítrico ao sangue injetado em cachorros, o que aumentou o fluxo sanguíneo que chegava ao coração dos animais.

“Isto mostra que acrescentar óxido nítrico ao sangue humano poderia em teoria melhorar sua capacidade de dilatar os vasos sanguíneos e com isso prevenir os ataques do coração e inclusive a morte”, declarou Stamler.

Em todo caso, os cientistas recomendaram que testes clínicos sejam realizados em grande escala com seres humanos para prová-lo.

“Não há dúvida de que as transfusões de sangue podem ser prejudiciais”, disse Stamler. “Há dúvidas sobre a gravidade do problema”, acrescentou.

Nos Estados Unidos, 4,8 milhões de pessoas requerem transfusões a cada ano, as quais recebem 14 milhões de unidades de glóbulos vermelhos. O sangue doado é guardado por um período máximo de 42 dias, após o qual é destruído.





Alternativas médicas ao sangue – Wikipédia

31 07 2007

Alternativas médicas ao sangue – Wikipédia

Alternativas médicas ao sangue (tratamentos alternativos às transfusões de sangue), o que inclui os substitutos do sangue[1], frequentemente chamados por sangue artificial, são usados para encher o volume de fluido e transportar o oxigênio e outros gases ao sistema circulatório.

Embora geralmente usado, o termo substituto do sangue[2], não seria totalmente exato, visto que o sangue humano executa muitas funções importantes. Por exemplo, os glóbulos vermelhos transportam o oxigênio, os glóbulos brancos defendem infecções bacterianas, as plaquetas promovem coagulação, e as proteínas do plasma executam várias outras funções. Os termos preferidos e mais exactos são: expansores do volume e terapias de oxigênio. Outras técnicas modernas e inovadoras tem sido desenvolvidas para tratamentos alternativos e cirurgias sem sangue[3] (Bloodless surgery), e até mesmo Transplante de medula óssea.[4]

Conteúdo

* 1 Expansores do volume
* 2 Terapias de oxigênio
* 3 Algumas técnicas médicas
* 4 Lista de medicamentos alternativos – Código ATC B
* 5 Ver também
* 6 Referências
* 7 Ligações externas

Expansores do volume

Usados para expandir e/ou manter o volume do sangue, evitando o choque hipovolêmico. Quando ocorre um sangramento, primeiro é necessário parar este sangramento e depois repor a perda do sangue. Fornecer volume sanguíneo por expansores de volume faz-se com que um paciente tolere níveis baixos de hemoglobina, menos até que 1/3 de uma pessoa sadia.

Quando o corpo detecta um nível baixo de hemoglobina inicia-se um mecanismo compensatório. O coração começa a bombear mais sangue a cada batida. Quando da perda de sangue é adicionado fluídos, o sangue diluído começa a fluir mais fácil até mesmo em pequenas veias e mais oxigênio é levado para os tecidos.

Quando a perda sanguínea leva a uma queda do nível de hemácias cujo fornecimento de oxigênio é inadequado mesmo com expansores de volume, faz-se necessário a transfusão sanguínea e/ou terapias de oxigênio.

Fluídos que transportam oxigênio são usados como expansores de volume. Soluções cristalóides e soluções colóides podem ser variados, dentre eles cita-se:

* Hidroxietila de amido[5];
* Lactato de ringer e Ringer com lactato de sódio ou Solução de Hartmann;
* Uso de soluções salinas (soro fisiológico a 0,9%),
* Dextrose (5% diluído);
* Cristaloides e Colóides baseados em Haemaccel, e Gelofusin.[6]

Os expansores do volume [7] estão extensamente disponíveis e são geralmente usados em todos hospitais, sendo estas as primeiras medidas usadas por paramédicos e médicos da emergência.

Terapias de oxigênio

Habilidade no transporte do oxigênio do sangue. As terapias de oxigênio são dividias em duas categorias baseadas no mecanismo do transporte. São elas: perfluorocarbono e hemoglobina.

* Perflurocarbono (PFC): é um composto derivado do hidrocarboneto pela substituição de átomos de hidrogênio pelo fluor. PFC pode transportar oxigênio. Seu líquido não se mistura ao sangue. É misturado a antibióticos, vitaminas, nutrientes e sais produzindo uma mistura que contêm 80 componentes diferentes. O primeiro PFC aprovado e usado foi o Fluosol-DA porém seu uso foi abandonado devido a efeitos colaterais.

* Hemoglobina: derivadas de formas humanas, animais or artificialmente pela tecnologia recombinante. A hemglobina pura não é usada desde que se descobriu sua toxicidade renal. Para ser usada ela é tratada por polimerização, encapsulação e ligação cruzada. Os mais usados são o Hemopure (com hemoglobina bovina) e PolyHeme (com hemoglobina humana).

As terapias de oxigênio estão em experimentações clínicas em muitos países como nos Estados Unidos e na Europa, porém a Hemopure está mais extensamente disponível na África do Sul.

Atualmente muitos médicos têm reconhecido que a posição contrária à transfusão de hemocomponentes por parte das Testemunhas de Jeová, incentivou a pesquisa de “tratamentos alternativos”, permitindo efetuar cirurgias complexas sem a necessidade do uso de sangue total e hemoterapia, usando-se técnicas que beneficiam muitos outros pacientes.

Algumas técnicas médicas
Eritropoietina
Eritropoietina

* Anestesia en pacientes[8]

* Albumina[9]

* Uso de bisturis elétricos para cirurgias mais simples;

* Uso de bisturis ultrassônicos para cirurgias complexas;

* Haemmacell (solução gelatinosa que substitui até 1000 ml de plasma);

* Eritropoietina[10] ou EPO – hormônio produzido nos rins que estimula a medula óssea a produzir hemácias em ritmo acelerado;

* Eritropoietina recombinante;

* Dextran de ferro (ou Imferon) administrado intravenosamente;

* Aprotinina, antifibrinolíticos ajudam a reduzir hemorragias agudas[11]

* Hemostatos biológicos como tampões de colágeno e celulose;

* Colas e seladores de fibrina cobrem áreas maiores de tecidos que sangram;

* Máquinas de recuperação sanguínea[12] que recuperam o sangue perdido durante cirurgias ou traumas. Com esse sistema pode-se recuperar litros de sangue com reutilização do próprio sangue perdido[13] durante a cirurgia após passagem por um filtro. É o mesmo sistema utilizado nas cirurgias cardíacas, onde o coração para de funcionar durante algum tempo e uma bomba faz seu papel temporariamente com o sangue circulando através de uma máquina, sistema chamado de circulação extracorpórea[14] e similar no funcionamento à hemodiálise;

* Contato com cirurgiões experientes pode evitar complicações;

* Instrumentos cirúrgicos que cortam e cauterizam os vasos sanguíneos ou grandes partes de tecido;

* Hemodiluição[15]

* Recuperação intraoperatória de sangue[16]

* Instrumentos de laparoscopia e outros, que permitem cirurgias sem a perda de sangue;

* Tampão sanguíneo peridural[17]

* IL 11, antifibrinolíticos;[18]

* Transfusão autóloga – Existem dois tipos: 1)- O paciente retira seu próprio sangue alguns dias antes da cirurgia e esse sangue fica guardado em bolsas até que seja necessário utilizá-lo durante a cirurgia programada. 2)- No outro tipo, o sangue é retirado no início da cirurgia e armazenado, sendo substituído por soluções cristalóides ou colóides como expansores do volume do plasma. Ocorrendo algum sangramento ele obviamente será menor, já que estará diluído. Ao final da cirurgia o sangue é reposto.

Para além da conhecida transfusão autóloga, do aproveitamento (após filtração/heparinização) do sangue perdido no decurso de intervenções cirúrgicas, e da chamada transfusão isovolémica, (todas estas técnicas implicando apenas a utilização de sangue autólogo) as alternativas reais à transfusão tem suas limitações.

Fora das situações de hemorragia aguda, são de considerar a utilização de eritropoietina humana recombinante para estimular a eritropoiese[19], e de trombopoietina humana recombinante (esta de utilização ainda não generalizada e limitada a situações de trombocitopenia).

Estão a ser submetidos aos primeiros ensaios clínicos substitutos sintéticos[20] e semi-sintéticos das plaquetas, constituídos por micro-esferas de albumina (ou eritrócitos fixados), revestidos com fibrinogénio ou peptídeos derivados do fibrinogénio. No entanto, a semi-vida destes produtos parece ser muito curta, o que poderá limitar a sua utilização a situações agudas. A utilização de alguns produtos de recombinação genética como fatores de coagulação, proteína C (anticoagulante fisiológico quando em conjunção com a proteínas S), antitrombina e antitripsina (bem como outros agentes terapêuticos de situações de discrasia da hemostase (processos de coagulação) como DDAVD, antifibrinolíticos, colas de fibrina recombinante, etc.) poderá, em alguns casos, corrigir situações discrásicas, evitando assim a ministração de sangue ou seus hemocomponentes.

Em situações de anemia[21] por hemorragia aguda tem sido indicada, em condições específicas e limitadas, a utilização de transportadores do oxigénio do grupo dos perfluorcarbonos, alguns já comercializados. Devendo ter em atenção os efeitos sobre os rins e o fígado. Já se pratica a terapêutica genética para a deficiência do Fator VIII (Hemofilia A) e está eminente a utilização da mesma tecnologia para o tratamento da deficiência do Fator IX (Hemofilia B). Ainda se encontra em ensaios pré-clínicos uma hemoglobina artificial.

Em maio de 2007, cientistas britânicos anunciaram ter criado o sangue artificial a partir do plástico, e que este poderia entrar no mercado dentro de alguns anos.

Lista de medicamentos alternativos – Código ATC B

B01 Medicamentos antitrombóticos

B02 Anti-hemorrágicos

B02A – Antifibrinolíticos
B02B – Vitamina K e outros hemostáticos

B03 Preparados antianémicos

B03A – Preparados de ferro
B03B – Vitamina B12 e ácido fólico
B03X – Outros preparados antianémicos

B05 Substitutos do sangue e soluções de perfusão

B05A – Sangue e produtos relacionados
B05B – Soluções I.V.
B05C – Soluções irrigantes
B05D – Dialíticos peritoniais
B05X – Aditivos de soluções I.V.
B05Z – Hemodialíticos e hemofiltratos

Ver também

* en:Hemopure
* en:Oxygent
* en:PolyHeme
* en:Cirurgia bloodless
* Albumina
* Circulação extracorpórea
* Eritrócitos
* Eritropoietina
* Ferro
* Fibrina
* Fibrinogénio
* Dextrose
* Instrumentos cirúrgicos
* Lista de medicamentos alternativos – Código ATC B
* Perfluorocarbonos
* Peptídeos
* Lactato de ringer
* Soluções salinas
* Transfusão de sangue

Referências

1. ↑ Biblioteca Virtual em Saúde – Substitutos do Plasma
2. ↑ Biblioteca Virtual em Saúde – Substitutos Sanguíneos/administração & dosagem Transferência de Oxigênio
3. ↑ Biblioteca Virtual em Saúde
4. ↑ Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia Print ISSN 1516-8484,Transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas sem uso de hemocomponentes
5. ↑ Medicina, Ribeirão Preto, Simpósio: TRANSPLANTE DE MEDULA OSSEA – 2ª PARTE
6. ↑ Revista Brasileira de Anestesiologia Print ISSN 0034-7094 – cirurgias ortognáticas
7. ↑ Expansores de volume x transfusäo sanguínea – Volume expanders x blood transfusion
8. ↑ Anestesia en pacientes: Testigos de Jehová
9. ↑ Cadernos de Saúde Pública Print ISSN 0102-311X – Avaliação do uso de albumina em hospital do Rio de Janeiro
10. ↑ International Page on Extracorporeal Technology – Centro de Estudos de Circulação Extracorpórea
11. ↑ ANTIFIBRINOLÍTICOS NA PROFILAXIA DO SANGRAMENTO PÓS-PERFUSÃO.I. APROTININA
12. ↑ Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
13. ↑ Revista Latinoamericana de Tecnologia Extracorpórea XII,3,2005
14. ↑ FUNDAMENTOS DA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA
15. ↑ Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões Print ISSN 0100-6991 Técnicas hemoterápicas em cirurgia renal percutânea
16. ↑ Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões Print ISSN 0100-6991 Técnicas hemoterápicas em cirurgia renal percutânea em paciente testemunha de Jeová
17. ↑ Revista Brasileira de Anestesiologia ISSN 0034-7094 Tampão sanguíneo peridural em pacientes Testemunhas de Jeová
18. ↑ Hematopoietic stem cell transplantation without the use of blood transfusions. Rev. Bras. Hematol. Hemoter., Apr./June 2006, vol.28, no.2, p.153-156. ISSN 1516-8484
19. ↑ Biblioteca Virtual em Saúde – Cirurgias sem sangue
20. ↑ Revista Brasileira de Anestesiologia Vol. 54, Nº 2, Março – Abril, 2004
21. ↑ Revista Brasileira de Anestesiologia Print ISSN 0034-7094

Ligações externas
{{((en))}}

*[http://biomed.brown.edu/Courses/BI108/2006-108websites/group09artificialblood/index.htm Visão Geral do Sangue Artificial e Pesquisa Atual]
*[http://biomed.brown.edu/Courses/BI108/BI108_2005_Groups/10/webpages/index.htm Visão Geral e História do Sangue Sintético]
*[http://medind.nic.in/maa/t03/i1/maat03i1p45.pdf Visão Geral Detalhada do Sangue Artificial] (pdf)
*[http://www.redcross.org/news/bm/intl/010419sub.html África do Sul Aprova O Primeiro Substituto Do Sangue]
*[http://www.forbes.com/forbeslife/health/feeds/hscout/2006/09/20/hscout534985.html Programa para pacientes Testemunhas de Jeova reduz o uso total do sangue - HealthDay News]
*[http://www.eurobloodsubstitutes.com Substitutos do Sangue - uma revisão das edições médicas atuais acerca dos substitutos do sangue]
*[http://www.sanguibiotech.com/_download/pro_pro/sangui_bloodadditive_en.pdf Um novo tipo universal de portador artificial do oxigênio] (pdf)
*[http://www.tulsaworld.com/news/article.aspx?articleID=070515_1_A9_Moreh36838 'Cirurgia sem sangue' ganha mais aderentes Por KIM ARCHER da Redacção do World 15/5/2007 ]
*[http://www.msnbc.msn.com/id/12466831/ A cirurgia sem sangue evita os riscos das transfusões]
*[http://cbs2chicago.com/nationalhealth/health_story_114163145.html Hospital da FILADÉLFIA tem “ cirurgias sem nenhuma tranfusão de sangue]

{{((pt))}}
*[http://www.segs.com.br/index.cfm?fuseaction=ver&cod=50869 AMBULATÓRIO DÁ SUPORTE HEMATOLÓGICO A QUEM NÃO QUER FAZER TRANSFUSÃO DE SANGUE]
*[http://www.lifespan.org/rih/services/surgery/transfusion/portuguese/ Medicina e Cirurgia sem Transfusão no Hospital Rhode Island]
*[http://www.watchtower.org/t/20000108/diagram_01.htm Alguns métodos usados em tratamentos médicos e cirurgia sem sangue]
*[http://www.anestesiologia.com.br/anestesinfo.php?itm=15 Primeiro substituto de sangue aprovado para uso em humanos]
*[http://www.estado.com.br/editorias/2007/01/03/ger-1.93.7.20070103.1.1.xml Transplante de medula sem transfusão de sangue emprega remédios especiais]
*[http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_notas.php?id=7137 Hospital de Clínicas realiza equipamento inédito para cirurgia de transplante de fígado]
*[http://www.radiocriciuma.com.br/portal/vernoticia.php?id=3029 Novo método de cirurgia sem sangue chega na Região Sul]
*[http://perfline.com/revista/volume10/v10n2/v10n2-01.html CIRURGIA E PERFUSÃO SEM TRANSFUSÕES DE SANGUE - Cirurgia Cardíaca Pediátrica]
*[http://qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/sangue_artificial.html QMCWEB apresenta O Sangue Artificial]
*[http://www.eurooscar.com/quinton1.htm SUBSTITUTO DO SANGUE E DOS HEMODERIVADOS]
*[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=21694&op=all Cientistas britânicos criam sangue artificial a partir do plástico]
*[http://oglobo.globo.com/saude/vivermelhor/mat/2007/07/19/296859562.asp Brasil (RJ): Hospital Souza Aguiar realiza cirurgia inédita, que recupera o sangue do paciente] oglobo.globo.com








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